Segundo a pesquisa mensal de crédito do Banco Central, a taxa de juros ao consumidor caiu pela segunda vez consecutiva. A primeira vez em junho e agora no mês de julho, a taxa reduziu a 45,7%, o que antes chegava quase a 47%.
Mas para as empresas, os juros voltaram a subir. Já a taxa de inadimplência ficou estável para as empresas, contudo, para os consumidores subiu cerca de 6,6%. Outro fator que diminuiu foi o número de financiamentos.
O Banco Central detecta maior moderação em julho para a expansão do crédito bancário. Para eles, isso e reflexo do efeito acumulado das decisões de política monetária, da desaceleração da atividade econômica e por sua vez, das expectativas acomodadas dos empresários e consumidores, que impactou diretamente nos investimentos.
Operações destinadas a pessoas jurídicas, foram mais significativas no mês passado, no que diz respeito ao arrefecimento no crédito com recursos livres (sem subsídios). Crédito livre às famílias desacelerou, sendo um impacto da retração das concessões de cheque especial e crédito pessoal.
Ao analisar o indicador de novos empréstimos, o Banco Central notou uma queda de 5,1%, sendo 2,5% para pessoas físicas.
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